As ninhadas mais velhas estão praticamente independentes.
Os progenitores já regressam muitas vezes ao ninho sem elas, aproveitando para reforçar os laços entre o casal (matraqueando, catando-se e ajeitando a penugem mutuamente), agora que a tarefa está praticamente cumprida. Parece ser essa a situação no ninho da Renata.
Nesta fase, alguns juvenis exploram a região envolvente ao mesmo tempo que aperfeiçoam os seus métodos de caça.
Nos próximos tempos, boa parte dos progenitores e respectivas crias migrará para o continente africano, embora alguns possam continuar por cá, próximo de locais com maior abundância de alimento.